sábado, 15 de maio de 2010

Let the sunshine in!...But let the sunshine out too!

     Redigirei esse post para tratar de um desses temas polêmicos. Essa é a primeira postagem que eu escrevo sobre algo não muito individual ou egocêntrico e, para estrear, um assunto bastante na mídia nesses últimos anos, que até partido político surgiu em prol da sua respectiva causa. O assunto é aquecimento global, mas não com ênfase no fenômeno. Focarei minhas poucas linhas falando da manipulação que rola nessa porra toda.


     Acredito que é dispensável qualquer introdução a esse fenômeno e eu dispenso o uso de qualquer fato relatado por qualquer fonte para discutir o ponto que eu quero aqui, principalmente os que se referem a previsões estatísticas, nessas horas, estatística só serve para dar provas nem verdadeiras (porque as estatísticas dificilmente vão considerar o tanto de fatores que deveriam para chegar a qualquer resultado descente), nem falsas (simplesmente porque não foi apresentado nenhum dado errado). Tenha muito cuidado com esse negocio aí de estatística. Eu, por exemplo, dificilmente dou muito valor para essas previsões (desculpe, Lara, mas não se preocupe. Para as suas estatísticas, eu vou dar ouvidos sim).



     Portanto, seremos (pela a primeira vez nesse blog) um pouco mais direto. Bom, primeiramente, existe uma galerinha que têm motivos suficientemente relevantes para dar uma manipuladinha, não acham? As entidades que eu imagino que mais se beneficiariam com o discurso são:

     - Os políticos, mais precisamente, os que se opõe aos governos atuais (porque, se existe essa parada e se a poluição tá pocando como falam alguns jornais, o que custa botar na mídia uma matéria dessas? Falar de ecologia é uma merda para quem está no governo, como vocês já devem saber).

     - Algumas organizações privadas como promotoras de eventos (Sempre que surge um tema desses, Fóruns e Workshops aparecem por todo o mundo) e a imprensa (Onde há possibilidade de polêmica, há jornalismo). O que quero dizer é que essa discussão movimenta alguns setores da economia, normalmente beneficia uma parte do setor de serviços.

     -Uma parte ignorante e frustrada da galera da esquerda (não somente por serem ignorantes e frustrados, mas também por serem de esquerda).

     -Os pesquisadores e estatísticos que a galera acima financia para fazer pesquisa para eles.



     Por outro lado, tem muita gente que se fuderia com isso. Motivo suficiente para outra galera fazer o mesmo, dar uma manipuladinha, mas dessa vez para o sentido oposto. Também faço questão de listar assim como fiz acima:

     -Os políticos, mais precisamente, os que estão no governo atual (porque, se o assunto tá pegando, tem que dar uma abafada para não perder popularidade. Falar de ecologia é uma merda para quem está no governo, como vocês com certeza já sabem).

     -Algumas organizações privadas como indústrias e extratoras (praticamente o setor primário e secundário são os que mais sofrem com isso. Prejudicando também a economia do país e fazendo com que essa galera esteja do lado do governo que rege o país para dá uma fuga nas leis) e a imprensa (Onde há possibilidade de polêmica, há jornalismo). O que quero dizer é que essa discussão retarda alguns setores da economia também, além de mais fuder do que ajudar quando se fala sobre corrupção.

     -Uma parte ignorante e conservadora da galera da direita (não somente por serem ignorantes e conservadores, mas também por serem de direita).

     -Os pesquisadores e estatísticos que a galera acima financia para fazer pesquisa para eles.



     Como vocês podem ver, tem muita gente batalhando para se dar bem. Eu não arrisco um palpite sobre quem está melhor nessa disputa, mas posso dizer uma coisa; os dois lados estão indo muito bem até agora. Considerando apenas os que têm interesse em manipular as informações, a galera que prega a existência apocalíptica do fenômeno está se dando bem porque o assunto está rolando, está forte e está na moda, enquanto a outra galera está se dando bem porque tudo é contraditório, questionável e não fiscalizado com eficiência.

     Até agora eu só não falei uma galera que considero importante nessa questão. O GEÓGRAFO. Quando não está atrelado a fazer pesquisas para beneficiar ninguém, são os únicos que tem a capacidade de por um fim nesse papo, mas eu penso que os geógrafos sérios não estão soltando qualquer coisa para repórter não, eles estão fazendo o que muitos deveriam fazer e não fazem; estudar o problema. Logo, não há nada que nós, cidadãos leigos no campo do estudo geográfico, possamos fazer a não ser cobrar que as autoridades federais fiscalizem devidamente os abusos que acontecem com a natureza.

     Perceba que fiscalizar as autoridades já sai da discussão ambiental e entra num assunto que eu dou mais valor, a corrupção e incompetência na gestão pública. Se você se sente meio confuso em relação à questão ambiental, você está perdendo o foco do que é mais importante. É impressionante como algo tão vital para o ser humano, que é o seu ambiente, cabe perfeitamente como um dissolvente de tanta corrupção e filha da putagem. Lembre-se que os dois lados que manipulam a informação estão se dando bem. Dar voz a essa questão é abafar outros problemas mais sérios e, além disso, agravar mais ainda a situação.

     Eu sou a primeira pessoa que vejo condenar essa discussão dessa forma. Deve ter alguma coisa que deve está errada, porém eu, desde já, fico feliz de escrever algo original sobre o tema.

     Por favor, qualquer comentário, algo que discorda ou algo a acrescentar é muito bem-vindo. Eu não levo para o lado pessoal e não saio dando patada em qualquer um não. Não tenha medo de comentar não. Obrigado!



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     Em construção...(não tenha espectativas, não pense que vou fazer algo de elaborado aqui não. Eu só to sem tempo hoje).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Just a Hobbit from the shire

     Assim como muito já diziam, nada como escrever para botar a cabeça no lugar. Bom também é observar situações similares terceiras para que o ego não interfira na análise. Às vezes, dependendo de sua sofisticação, a situação pode ser até fictícia, exatamente como o caso posto em apreciação.


     Estou falando de um personagem de livro, mais especificadamente, da famosa trilogia escrita por um dos melhores escritores do século XX, J.R.R. Tolkien; O senhor dos anéis. A figura dramática em questão é o mais jovem dos quatro Hobbits. O mais imaturo, o mais tolo; o pequeno (mas não tão pequeno assim) Pippin.

     Essa comparação foi realizada intuitivamente logo após a minha leitura de um excelente artigo de uma estudante chamada Amy Spivey da universidade de Bradley. Porém, acredito que você não vai querer ler o artigo nem se eu linkar a versão traduzida e reduzida do texto que me levou ao original, então vou escrever um breve resumo com ênfase no que eu quero discutir.

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     Como dito anteriormente, Pippin é o mais jovem dos nove integrantes da irmandade. No conselho de Elrond, quando eles resolvem o que vão fazer com o anel (esse pessoal que não sabe o que fazer com anel é foda), o próprio Elrond recusa que os outros três Hobbits o acompanhem em sua viajem, afinal, à primeira vista, eles são completamente inábeis em combate, tem perna mais curta que um anão, tem seis refeições diárias e não tem nada a contribuir ao grupo. Elrond, muito sabiamente, ainda enfatiza Pippin, por ser muito jovem e não entender o que realmente a expedição se trata, mas Pippin, muito bravamente, se dispõe a ir até o final da aventura.

     Esse foi o seu primeiro ato de tolice. Pippin foi o primeiro a se cansar da viagem, logo no começo, e ao longo de toda a história, ele já reclama da jornada e que devia ter ouvido à Elrond ficando em casa. Após esse primeiro “erro”, Pippin não para de cometer tolices durante praticamente todo o desenrolamento e botando o grupo em extremo perigo deixando até mesmo o ajuizado Gandalf descontrolado.

     Pulando algumas dúzias de tolices, na sua última mancada, a pior delas com certeza, Pippin passa algumas informações valiosas ao Sauron através de uma orbe, que, por sua vez, passou a acreditar que esse portava o anel. Sauron, então, desviou todas as suas atenções para Pippin enquanto Frodo e Sam faziam a sua travessia para Mordor. Logo, essa ação imprudente de Pippin gerou alguma chance para Frodo destruir o anel.
     Quando a expedição chega ao fim, quando o mau, o anel e a porra toda vai pro saco, Pippin, nomeado como cavaleiro de Gondor, está mais maduro, menos imprudente e não só aprendeu a empunhar uma espada, mas também aprendeu até estratégias de guerra durante o período. Ele volta para a sua terra, encontra o lugar tomado por rufiões e põe tudo que aprendeu durante sua viajem em prática retomando o condado. Além de cavaleiro de Gondor, Pippin ganhou o título de capitão no condado e, nos seus últimos anos de vida, ele entrou para o Conselho Do Norte.

     Seria um crime não finalizar como Amy brilhantemente concluiu:

     “A maturidade de Pippin cresceu significativamente, desde aquele primeiro encontro com os Cavaleiros Negros até a última batalha do Condado. Ele iniciou a viagem como um ignóbil jovem hobbit, mas no fim ele tornou-se um cavaleiro de Gondor, uma alta honra e cresceu aos olhos do Rei.

     Pippin aprende a partir de suas tolices, e por vezes perigosos, erros, ganhando uma grande dose de respeito ao longo do caminho. As realizações de Pippin são notáveis, e sendo parte da irmandade abriu seus olhos para o mundo fora de seu lar. Mas talvez, sua mais significativa realização foi ter-se tornado um grande líder entre os hobbits – entre seus parentes, sua família.”

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     Apesar de passar a viajem toda reclamando de ter saído do condado e de ter desacreditado na sua capacidade de mudar o rumo da história, Peregrin Took continuou até o final, só não morreu pela a assistência que recebeu de seus companheiros de viajem (sem querer tirar seu mérito, principalmente nas passagens em que ele e Mery foram capturados e nos Ents, que com muita pena não escrevi acima), mas voltou mais maduro, confiante e uma liderança local.

     Após ler o artigo me veio à cabeça uma série de questionamentos, o que não é nada anormal para a nossa espécie. Dentre elas, a única que me intrigou, apesar de não ser nada complexa: “O que seria de Pippin, sem ter se juntado à caravana?”.

     Pouco pode se afirmar sobre isso, porém outra é certa, “Que outra oportunidade ele teria de sair do condado e crescer como cresceu durante a jornada?”. Nenhuma. Portanto, podemos responder a primeira pergunta em alusão à segunda: “Pippin não teria outra possibilidade de crescer tanto como cresceu na viajem. Pippin seria como os hobbits comuns, apenas um hobbit medíocre.”

     Com mais ciência sobre o assunto, com mais clareza e com a questão finalmente abatida, eu prometo que em breve eu paro de escrever sobre o que ando escrevendo e venho apontar algumas coisas mais interessantes no blog. Há! Também vou tentar escrever menos. Ou não. Eu criei esse blog para simplesmente escrever mesmo, então você que se foda se eu não escrever pouco.

     Já que eu não escrevo todo dia você ainda pode ler uma parte do post por dia. Ou pelo menos vê os vídeos que eu posto

     Ah! Nem tá tão grande assim. Meu resumo ficou calculadamente com 10,34 vezes menos parágrafos do que o texto original.



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     Com certeza, o filme de Peter Jackson não seria o mesmo sem a trilha sonora feita por um mestre e Howard Shore deu o seu tom único à obra. Fico feliz por ele fazer parte do Hobbit(2011) quero ver como ele vai fazer com o canto dos anões.

Howard Shore - The Fellowship
Horward Shore - Concerning Hobbits

     Falando sobre o canto dos anões, eu vou postar também três canções reproduzidas num desenho animado da década de 70 sobre o The Hobbit que aparecem no livro:


     O primeiro vídeo mostra duas delas: conta a Lenda do tesouro dos anões e depois sobre os anões regaçando a casa de Bilbo

     O segundo vídeo apresenta a canção dos Orcs onde os anões são os quinze pássaros.
 
     Todos as três músicas estão escritas no livro.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

To be or not to be

     Ahhh... Eu preciso escrever um pouco e já estava mais do que na hora. Hoje, a exaustão bateu mais forte do que vinha batendo nos últimos dias e, com o cansaço, a vontade de continuar de pé carência. Nesses momentos, me vem à mente a mesma pergunta que me faço todos os dias, apesar de sempre tender para o mesmo lado no final do dia: “Terminar esse período de seis meses aqui e continuar no Brasil ou completar os outros cinco anos e meio que pretendo ficar aqui?”.


     Acho que não teve nenhum dia que essa pergunta não me veio a cabeça, mas acho também que todas as vezes minha decisão foi de continuar aqui. Veja bem, penso que todos concordariam comigo: Para esses próximos seis anos ficar no Brasil seria a escolha mais lógica, porém, para os anos seguintes, (e eu estimo viver até os 200 anos. E sem contar com os anos que meus filhos e netos desfrutariam de tudo) seria melhor eu ter passado por esse percurso que eu, de improviso, aqui planejei. Decidir largar essa doideira toda seria uma decisão imediatista e um tanto imatura.

     Porque diabos então eu continuo com a dúvida na minha cabeça? Para falar a verdade, a dúvida me tortura mais do que as conseqüências. Porra, fala sério! Eu to em Londres, vi o musical com o roteiro original do hair, conheci quase todos os pontos principais dessa cidade, conheci Liverpool, Oxford e Bath, conheci ingleses, portugueses, nigerianos, angolanos, indianos, turcos, paquistaneses, bengaleses (Bangladesh), cingaleses (Sirilanka). Experimentei várias cozinhas diferentes, até comida vietnamita e uma feijoada angolana eu comi, experimentei várias cervejas, passei meu aniversário num pub. Porra, eu fui no “cavern club”, velho! Aprendi sobre o sistema de educação do UK, vi que é possível entrar em universidades como Oxford, as vezes até mesmo mais fácil do que alguns cursos no Brasil. Praticamente dominei o inglês, amadureci um bucado em relação à várias paradas, estudei de graça matérias como negócios, serviço financeiro, marketing, fluxo de caixa, SWOT analysis (ou FOFA em português). Desmitifiquei o mito de que nenhuma outra mulher não brasileira não pode ser gostosa, não engravidei ninguém. Tenho total liberdade e autonomia, relativa certeza que não vou ser assaltado ao sair de casa, relativa certeza que meu ônibus ou metrô vai chegar e relativa certeza de que não vou ouvir funk nas ruas. Leio mais do que eu lia no Brasil, tenho mais vontade de tocar violão do que tinha no Brasil, tenho um blog, escrevo, tenho mais tempo pra refletir, pensar e rever milhares de assuntos. Pretendo ir ao Show do Mark Knopfler, pretendo ir ao show do Eric Clapton e pretendo ver muito mais.

     Isso tudo significa duas coisas: A primeira é que apesar de um ou outro tópico relevante que literalmente me derruba, eu tiro bastante proveito daqui e viver aqui não é tão ruim como eu deixei parecer. A segunda, e que aponta para a direção oposta, a minha passagem pra cá já valeu a pena e vim para cá não seria um arrependimento se eu mudasse minha cabeça e voltasse a pegar uma praia todo final de semana.

     Ainda nada é muito conclusivo e acredito que nem vou conseguir muita coisa por enquanto, mas preciso matar essa questão de uma vez por todas.

     Outro ponto que eu levo em consideração é o profissional, que com certeza pra mim é o mais obscuro, por exemplo, se eu ficar aqui, cursarei Economics&Management em Oxford (deixando bem claro que eu não levo em consideração a chance de falha porque eu não vou falhar) e depois daí estarei feito. Ou não? Bom, qual é? É Oxford, se eu fizer Oxford arranjo emprego em qualquer lugar, né? Mas espera ai, se eu fizer Oxford eu não vou pensar em ser empregado, me desculpe. Falando desse modo, até parece abusivo com a classe trabalhadora, mas uma pessoa que cursa em uma universidade dessas não tem possibilidade de pensar muito maior do que trabalhar para alguém, pode assumir um patamar muito mais alto. Isso tange um outro ponto: “Será que eu vou querer o estresse de administrar uma empresa? Ou será que eu prefiro o estresse de trabalhar para uma?” Depende da empresa, depende do trabalho.

     Tudo depende de muita coisa, e por mais que eu pense e escreva páginas e páginas no meu blog, eu não vou descobrir isso por agora, minha vida NÃO está TRAÇADA, graças aos deuses, mesmo assim, vamos continuar analisando, se você leu até aqui, vai ler até o final, tenho quase certeza.

     Falando ainda na área que diz respeito à profissão, se eu voltar, eu não faço a mínima Idea do que eu faria, não tenho vontade de fazer nada. Ser um engenheiro e ficar desenhando planta para alguém? Fazer letras, história, geografia ou qualquer outra matéria como essas e dar aula? Qualquer coisa que envolva computador, que conseqüentemente envolve programação, e ficar olhando por vírgulas num sistema complexo pra caralho para descobrir onde esta a merda do problema que há dias eu to procurando? Economia e fazer, bom, sei lá? Ainda talvez eu possa explorar um pouco nessa área, achar alguma coisa para eu fazer lá, mas primeiro, eu preciso resolver esse dilema.

     Será que eu preciso mesmo de resolver isso primeiro? Ou será que se eu resolver isso primeiro poderia solucionar o meu problema? Porque se eu optasse em resolver o que fazer no Brasil já significaria ter escolhido o Brasil, portanto já seria a resposta para o dilema mor, mas seria uma resposta sem ter pensado sobre a alternativa de continuar aqui, sem ter balanceado entre aqui e lá. Puta que pariu, em vez de eu estar pensando numa solução, eu estou arranjando problema.

(Após de alguns minutos pensando...)

     Quem pensa demais em duas alternativas esquece as outras. Porque não fazer igual muita gente me aconselhou e eu não dei ouvidos? (talvez tenha dado, talvez eu só tenha esquecido o motivo agora) Porque não pensar em fazer um mestrado aqui e graduar ai primeiro? Ok, então agora são três alternativas: “Ser”, “Não ser” e “Não ser agora e ser depois”. No caso de Hamlet, como sabemos, seria meio difícil essa afirmação, mas esqueçamos Shakespeare por enquanto, vamos falar de quem interessa: o dono do blog. Pelo menos aqui, quem manda sou eu!

     Agora que eu tenho uma terceira alternativa, o post perdeu o sentido, mas perai ai. Depois de tudo que eu escrevi? Eu não vou apagar essa merda não, vou postar assim mesmo to na terceira página do Microsoft Word com letra Calibri tamanho 12. To indo fazer a parte do youtube. Fui...



YouTube
     Bom, se tudo der errado, Agente vai levando (de Chico Buarque e de brinde “Samba para Vinicius” de Toquinho. Performance do caralho.) With A little help from my friends (dos Beatles só que com Joe Cocker cantando. A melhor versão que eu ja ouvi e provavelmente a melhor versão que você também ouviu. De 1969, no Woodstock)
     O pior que pode acontecer é se sentir Like a Rolling Stone

sexta-feira, 16 de abril de 2010

I got HAIR, readers!!

     Dia 14 de Abril, eu e meu pai fomos ao Gielgud Theater, em West End, assistir a peça Hair, que originou o filme dirigido pelo o diretor que eu mais gosto, Milos Forman. Apesar da alta qualidade da versão cinematográfica, Forman fez algumas drásticas mudanças no roteiro original. No filme Claude vem do interior dos EUA e na peça ele veio de Manchester, aqui na Inglaterra, mas para fazer sentido à música Manchester England no filme, Lafayette fica sendo como o que veio de Manchester, o que fica muito estranho quando o trecho dessa música é retomado no final do filme.
     Diferenças a parte, a versão teatral e cinematográfica discutem os mesmos pontos; liberdade, paz, amizade e cabelos compridos. Isso ficou muito bem exemplificado em ambas produções. No teatro, por exemplo, tinham alguns hippies que entraram na multidão com placas de protesto, seduziram a platéia e até beberam a água de um senhor perto de mim.

     Na última música, Let the sunshine in, eu estava sentado na última fileira e, como um rapaz inteligentíssimo que entendeu a mensagem da peça, logo quando os atores mandaram o pessoal subir no palco pra cantar também, sabendo que não ia ter espaço no palco, subi no encosto da poltrona e fiquei torcendo para não me expulsarem do teatro.

     Ah! O final também é diferente, mas esse eu não posso falar aqui. Se você estiver de bobeira em Londres, vale a pena dar um pulinho para ver Hair.




YouTube:

This time I got videos… and so I got life!

A que eu mais gosto: Aquarius. Com a Sasha Allen, essa mulé é do caralho!

E outra que não podia ficar de fora da playlist do hair

domingo, 4 de abril de 2010

Living in London

     Londres, uma cidade que te faz de residente e turista ao mesmo tempo. Uma cidade do mundo. É como se botasse pessoas de todo lugar do mundo numa jaula urbana. Do mundo inteiro, menos inglês. O que menos tem aqui é inglês nativo. Os ingleses se refugiam nas áreas com menos imigrantes violência. Mas enfim, Londres tem muito a ser explorada.


     Uma parada legal de se morar em Londres é sentar na biblioteca pública, pegar um livro do Sherlock Holmes, ler “Ontem, eu e Mr.Holmes pegamos o trem na Charing Cross Station...” e pensar “Caramba! Ontem eu estive lá! É aqui pertinho!”.

     Falando de Charing Cross, temos a rua onde ficam algumas das principais bookstores, teatros e cinemas de Londres; a Charing Cross Road. Sempre vai ter algo irado para tirar o seu dinheiro. Se você é um daqueles que fica puto quando não acha o livro que quer, tem a livraria Foyles, que tem cinco andares de livros à venda, e mais algumas bookstores relevantes que eu ainda não fui. Se você gosta de teatro, e é nesse ponto que eu queria chegar, você tá feito. Cada peça mais irada que a outra, a maioria de clássicos muito conhecidos como; Les Misérables, Billy Elliot, Mamma Mia, o famoso We Will Rock You, HairHairspray, Grease – Nos tempos da brilhantina, Priscila – A rainha do deserto e The Lion King da Disney. Todos esses, e mais alguns, estão, ou pelo menos estavam, em cartaz.

     Agora, se você não gosta de música, teatro, cinema, livros, apresentações de rua, se você não gosta de porra nenhuma, você pode ir ali à Piccadilly Circus, sentar e olhar em volta, porque com certeza você vai fazer algo.

     E isso tudo é porque eu só dei um pulinho no centro para comprar um livro para o meu avô. É a minha segunda vez aqui em Londres e estou vendo que, pra conhecer essa cidade bem, eu vou precisar de um bom tempo.





Youtube:

     Enquanto eu escrevia esse post, fui pesquisando nas peças, as que eu lembrava que estavam em cartaz, e fui vendo os vídeos nos respectivos sites, ou seja, faça o mesmo. Porém, eu separei aqui alguns dos vídeos que eu achei durante a minha caçada.

     Primeiro, só para fazer uma comparação entre o Rei Leão em desenho animado e o Rei Leão no teatro, ponho o trecho que deu o Oscar ao filme na categoria de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original; Can you Feel the Love Tonight.

     E da peça que eu quero ver, We Will Rock You.

terça-feira, 30 de março de 2010

I said "Don't worry", din't i?

      Primeiro, eu vou agradecer Krishna por trazer meus comentários de volta e por fazer a professora de SWOT Analysis faltar a aula de hoje. Realmente, preciso me planejar para a chegada dos meus pais e isso tudo me deu um tempo, que eu to gastando no blog. Agredeço também Bianca, por me consolar até mesmo quando não precisa. Portanto, escrevo mais um post desenxabido, mas prometo que não farei disso um hábito e, aliás, estou até trabalhando no meu próximo post.



      PS: "Sinônimos de desenxabido: insonso, insípida, sensaborona, sem graça, desanimado, sem sal, monótono, desmotivado ." destaque para sensaborona



Youtube:
       Só porque a secção youtube não pode faltar... e porque essa música é foda demais!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Nem tudo são flores... na verdade... quase nada é flor!

       Que mal pode ter mudar o endereço do blog? Fala sério! Nenhum, cara! Talvez algum lunático ficaria meio perdido, mas logo ele viria perguntar pra mim o que aconteceu com o blog e eu diria "Mudei ->http://abstinenciadolobo.blogspot.com/" e só!! Hoje eu nem ia escrever por pura preguiça, mas me deparei com essa catástrofe! Não acredito que perdi TODOS os meus preciosos comentários!! Resolvi então escrever este post para não ficar com as mãos abanando e para ver se descolo algum comentário de consolação : )
       Revoltas, palavras e então o segundo parágrafo chega. Aqui eu já devia estar escrevendo alguma coisa com conteúdo, não simplesmente aplicando metalinguagem com o intuito de enrolar o leitor. Não é culpa minha que você está lendo, realmente não é nada pessoal e, além do mais, se você está lendo isso daqui, você não tem nada pra fazer e eu estou ocupando o seu tempo. Portanto, me agradeça e deixe um comentário!




Youtube:
        "Aaaghh... por que tudo dá errado?". Não vamos pensar negativo. Por isso, no maior estilo "Não adianta chorar pelo o leite derramado", Let it Be(e) e Don't Worry Be(e) Happy (Não me canso de fazer isso!)